Na noite do dia vinte seis de julho, por volta das 20h 30min., na cidade de Jaraguá do Sul-SC a TENDA DE UMBANDA CABOCLO PAJELANÇA teve seu conga invadido por doze homens do 14º BPM de JARAGUA DO SUL, altamente armados, portando pistola, arma de choque, gás e escopeta, sob o comando do um SARGENTO da PM, dando vós de prisão a Mãe de Santo Cristiane Tomaz de Oliveira responsável pela casa e aos médiuns presentes na Gira de Preto Velho que se realizava no momento, impedindo o prosseguimento da gira, que segundo relatos,
de dezenas de pessoas
que estavam presente na cerimônia religiosa, caso alguém se movimentasse ou falasse seria feito o uso de arma de choque e gás e todos seriam levados preso, um Ogãm, menor de idade foi conduzido algemado pra a DP.
Segundo relatos da Srª. Braselina Maria Fritz, que estava presente na assistência do culto juntamente com a sua filha a situação foi de intenso terror e medo, “agente vem pra fazer uma prece, buscar a paz com Oxalá (Deus) e de repente parece que estamos vivendo em uma guerra, essa policia invade o terreiro com gritos, todos armados apontando pra todo mundo, ameaçando e dizendo se mais alguém se manifesta vai preso todo mundo”.
Segundo relatos da Srª. Braselina Maria Fritz, que estava presente na assistência do culto juntamente com a sua filha a situação foi de intenso terror e medo, “agente vem pra fazer uma prece, buscar a paz com Oxalá (Deus) e de repente parece que estamos vivendo em uma guerra, essa policia invade o terreiro com gritos, todos armados apontando pra todo mundo, ameaçando e dizendo se mais alguém se manifesta vai preso todo mundo”.
Segundo relatos da Srª. Braselina Maria Fritz, que estava presente na assistência do culto juntamente com a sua filha a situação foi de intenso terror e medo, “agente vem pra fazer uma prece, buscar a paz com Oxalá (Deus) e de repente parece que estamos vivendo em uma guerra, essa policia invade o terreiro com gritos, todos armados apontando pra todo mundo, ameaçando e dizendo se mais alguém se manifesta vai preso todo mundo”.
O Sr. Paulo Roberto de Souza, que também assistia a gira lembra que as crianças presente entraram em pânico, choravam e gritavam de medo e o Ogãm ao questionar o motivo da prisão foi mandado que ficasse calado e ao mesmo tempo teve seu atabaque danificado com um soco que o PM proferiu sobre o instrumento, não sabe se foi com uma pistola ou com uma arma de choque em punho.
Segundo relatos da Srª. Braselina Maria Fritz, que estava presente na assistência do culto juntamente com a sua filha a situação foi de intenso terror e medo, “agente vem pra fazer uma prece, buscar a paz com Oxalá (Deus) e de repente parece que estamos vivendo em uma guerra, essa policia invade o terreiro com gritos, todos armados apontando pra todo mundo, ameaçando e dizendo se mais alguém se manifesta vai preso todo mundo”.
Segundo relatos da Srª. Braselina Maria Fritz, que estava presente na assistência do culto juntamente com a sua filha a situação foi de intenso terror e medo, “agente vem pra fazer uma prece, buscar a paz com Oxalá (Deus) e de repente parece que estamos vivendo em uma guerra, essa policia invade o terreiro com gritos, todos armados apontando pra todo mundo, ameaçando e dizendo se mais alguém se manifesta vai preso todo mundo”.
Segundo relatos da Srª. Braselina Maria Fritz, que estava presente na assistência do culto juntamente com a sua filha a situação foi de intenso terror e medo, “agente vem pra fazer uma prece, buscar a paz com Oxalá (Deus) e de repente parece que estamos vivendo em uma guerra, essa policia invade o terreiro com gritos, todos armados apontando pra todo mundo, ameaçando e dizendo se mais alguém se manifesta vai preso todo mundo”.
O Sr. Paulo Roberto de Souza, que também assistia a gira lembra que as crianças presente entraram em pânico, choravam e gritavam de medo e o Ogãm ao questionar o motivo da prisão foi mandado que ficasse calado e ao mesmo tempo teve seu atabaque danificado com um soco que o PM proferiu sobre o instrumento, não sabe se foi com uma pistola ou com uma arma de choque em punho.
A Mãe de Santo acredita estar sendo vitima de preconceito e perseguição religiosa, tendo em vista os PMs, na chegada a DP, mostrarem um documento dizendo se tratar de uma abaixo assinado para que o a tenda seja retirada do bairro onde é realizado os cultos aos sábados das 19h às 22h.







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